7 de jul de 2009

Oração da Paz



Senhor:
Fazei de mim um instrumento de vossa Paz!
Onde houver Ódio, que eu leve o Amor,
Onde houver Ofensa, que eu leve o Perdão.
Onde houver Discórdia, que eu leve a União.
Onde houver Dúvida, que eu leve a Fé.
Onde houver Erro, que eu leve a Verdade.
Onde houver Desespero, que eu leve a Esperança.
Onde houver Tristeza, que eu leve a Alegria.
Onde houver Trevas, que eu leve a Luz!

Ó Mestre,
fazei que eu procure mais:
consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois é dando, que se recebe.
Perdoando, que se é perdoado e
é morrendo, que se vive para a vida eterna!
Amém



Sobre a Oração de São Francisco de Assis


Estátua de jardim de São Francisco de Assis
cercado por pássaros, por seu amor à natureza
o santo é associado ao movimento de defesa da ecologia.
A Oração da Paz, também denominada de Oração
de São Francisco, é uma oração de origem anônima
que costuma ser atribuída popularmente
a São Francisco de Assis.
Foi escrita no início do século XX,
tendo aparecido inicialmente em 1912
num boletim espiritual em Paris, França.

Em 1916 foi impressa em Roma numa folha,
em que num verso estava a oração
e no outro verso da folha foi impressa
uma estampa de São Francisco.
Por esta associação e pelo fato
de que o texto reflete muito bem o franciscanismo,
esta oração começou a ser divulgada
como se fosse de autoria do próprio santo.

O texto original desta oração é:

Belle prière à faire pendant la Messe

Seigneur, faites de moi un instrument de votre paix.
Là où il y a de la haine, que je mette l’amour.
Là où il y a l’offense, que je mette le pardon.
Là où il y a la discorde, que je mette l’union.
Là où il y a l’erreur, que je mette la vérité.
Là où il y a le doute, que je mette la foi.
Là où il y a le désespoir, que je mette l’espérance.
Là où il y a les ténèbres, que je mette votre lumière.
Là où il y a la tristesse, que je mette la joie.

Ô Maître, que je ne cherche pas tant à être
consolé qu’à consoler, à être compris qu’à
comprendre, à être aimé qu’à aimer,
car c’est en donnant qu’on reçoit,
c’est en s’oubliant
qu’on trouve, c’est en pardonnant qu’on est pardonné,
c’est en mourant qu’on ressuscite à
l’éternelle vie.
La Clochette, n° 12, dec. 1912, p. 285.

Uma das mais conhecidas traduções
para a língua portuguesa desta oração é:

Senhor: Fazei de mim um instrumento de vossa Paz!
Onde houver Ódio, que eu leve o Amor,
Onde houver Ofensa, que eu leve o Perdão.
Onde houver Discórdia, que eu leve a União.
Onde houver Dúvida, que eu leve a Fé.
Onde houver Erro, que eu leve a Verdade.
Onde houver Desespero, que eu leve a Esperança.
Onde houver Tristeza, que eu leve a Alegria.
Onde houver Trevas, que eu leve a Luz!
Ó Mestre,
fazei que eu procure mais:
consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois é dando, que se recebe.
Perdoando, que se é perdoado e
é morrendo, que se vive para a vida eterna!
Amém



Fonte Wikipédia

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