2 de jul de 2009

Na saúde, na Doença



-André Luiz-

Cap. XVII – Item 11


Em toda circunstância, trate a própria saúde,
prevenindo-se da doença com os recursos
encontrados em você mesmo.

Cada dia é novo ensejo para adquirirmos
enfermidade ou curar nossos males.

O melhor remédio, antes de qualquer outro,
é a vontade sadia, porque a vontade débil
enfraquece a imaginação e a imaginação doentia
debilita o corpo.

Doença do corpo pode criar doença da alma
e doença da alma pode acarretar doença do corpo.

Vida atribulada nem sempre significa vida bem vivida.

Conquanto a existência em torno possa mostrar-se
febricitante e turbilhonária, resguarde-se contra
as intempéries emocionais no clima íntimo do próprio ser,
ajudando e servindo com alegria aos menos felizes,
na certeza de que o enfermeiro diligente conserva
a integridade mental, muito embora convivendo,
dia a dia, com dezenas de enfermos em grandes desequilíbrios.

Somos parte integrante da farmácia do nosso próximo.

Observe as reações que a sua presença provoca
no semelhante e pacifique aqueles com quem convive,
não só pela palavra, mas até mesmo pela aparência
e pelas atitudes, pois com a simples aproximação
funcionamos como tranqüilizadores ou excitantes
de quem nos cerca, aliviando ou agravando
os seus padecimentos físicos e morais...

Muitas doenças nascem da suspeita injustificável.

Seja sincero com você e com os outros
na apreciação de sintomas que se reportem
a desajustamentos orgânicos, tratando de assuntos
dessa natureza, sem alarde e sem exagero.

O maior restaurador de forças é a consciência
reta que asserena as emoções.

Se o leito de dor é agasalho imposto
ao seu corpo enfermo, lembre-se de que a meditação
é santuário invisível para o abrigo do Espírito
em dificuldade e que a prece refunde
e sublima as energias da alma.

Doença é contingência natural, inevitável
às criaturas em processo de evolução;
por isso, esforce-se por abolir inquietações
quanto a problemas de saúde física, atendendo
ao equilíbrio orgânico e confiando na vontade superior.


da obra - O Espírito da Verdade -
- Espíritos Diversos-
Chico Xavier e Waldo Vieira
-FEB-

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